Dias do Adeus
Não sei a razão daquela música me fazer lembrar-te naquele dia, áquela hora e naquele lugar.
O som invadiu a minha mente e cada nota do piano me lembra a nossa estória. Lentamente a música faz a ponte, entre o eu hoje e agora, e o meu mundo dos sonhos.
Engraçado como o presente e o passado se fundem... e de olhos fechados imagino-me naquele lugar, naquela hora...
O teu poema começava estranhamente com a frase "Cidade branca...", branco e gelado foi aquele inverno. Deste-mo a ler mais tarde, recordas-te? Dizias que tinha sido uma melodia subirmos até lá acima... aquele pássaro descreveu um círculo bem acima de nós e foste tu que o viste, não eu. Mais tarde, sem o saber, escrevias isso no teu poema...
Foram dias do Adeus sem o sabermos... sabes bem que não gosto de despedidas, sempre to disse...
E a música acaba fazendo retornar-me para a minha realidade... para o meu Tempo...
Passageiro do Tempo
O som invadiu a minha mente e cada nota do piano me lembra a nossa estória. Lentamente a música faz a ponte, entre o eu hoje e agora, e o meu mundo dos sonhos.
Engraçado como o presente e o passado se fundem... e de olhos fechados imagino-me naquele lugar, naquela hora...
O teu poema começava estranhamente com a frase "Cidade branca...", branco e gelado foi aquele inverno. Deste-mo a ler mais tarde, recordas-te? Dizias que tinha sido uma melodia subirmos até lá acima... aquele pássaro descreveu um círculo bem acima de nós e foste tu que o viste, não eu. Mais tarde, sem o saber, escrevias isso no teu poema...
Foram dias do Adeus sem o sabermos... sabes bem que não gosto de despedidas, sempre to disse...
E a música acaba fazendo retornar-me para a minha realidade... para o meu Tempo...
Passageiro do Tempo

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