Todos nós estamos sózinhos,
loucamente sós na imensa multidão...
chamando no nevoeiro da nossa existência,
por alguém que nem sabemos o nome,
sentido a presença de quem queremos,
por detrás de um qualquer vidro.
E queremos não estar sós,
tememos a nossa solidão,
a nossa própria solidão de existirmos...
O amanhã virá sorrindo, pensamos...
A porta estará aberta para as ilusões entrarem...
Congelamos o tempo em memórias vãs de papel,
sonhos de um dia de verão num inverno gélido.
E do meu sonho acordo sonhando-te,
fecho os olhos para saber onde estou...
De novo aquela sensação de que não é este o meu lugar...
que não é este o nosso lugar...
O palco espera-me e espera-te...
Todos estamos sós,
Cada um tem o seu Tempo...
O espectáculo tem de continuar...
Tenho de ir...
Passageiro do Tempo
loucamente sós na imensa multidão...
chamando no nevoeiro da nossa existência,
por alguém que nem sabemos o nome,
sentido a presença de quem queremos,
por detrás de um qualquer vidro.
E queremos não estar sós,
tememos a nossa solidão,
a nossa própria solidão de existirmos...
O amanhã virá sorrindo, pensamos...
A porta estará aberta para as ilusões entrarem...
Congelamos o tempo em memórias vãs de papel,
sonhos de um dia de verão num inverno gélido.
E do meu sonho acordo sonhando-te,
fecho os olhos para saber onde estou...
De novo aquela sensação de que não é este o meu lugar...
que não é este o nosso lugar...
O palco espera-me e espera-te...
Todos estamos sós,
Cada um tem o seu Tempo...
O espectáculo tem de continuar...
Tenho de ir...
Passageiro do Tempo

1 Comments:
Retornei ao longínquo mês de Dezembro de 2006...
Gostei de te ler...
Abraço na alma
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